Comissão Eleitoral Especial em Angola

À semelhança de outras diásporas eleitorais, como Gabão, Guiné Equatorial e Portugal, a atualização do recenseamento eleitoral em Angola levada a cabo pela Comissão Eleitoral Especial (CEE) de Angola decorreu com toda a normalidade prevista. Tudo em atenção às eleições presidenciais que se avizinham para o segundo semestre deste ano.

De5 de março a 2 de Abril as mesas de recenseamento em Angola estavam abertas aos são-tomenses poderem se recensear com brigadas móveis em Benfica, Boa vista, Samizanga, Prenda, Viana Gameg, Mouro da Luz, Mouro Bento, Capssoca, Zango, Cacuaco, Mundial Ramiro, Fubo Dangeré, Bom dos Chapeu, Cabinda, Ilha/Chicala, Benguela e Lobito, Lubango e Namibe, Calemba “A” e Calemba “B” Mamunda, bem como na Embaixada de STP, onde a brigada era fixa.  

A participação dos novos eleitores e dos que quiseram fazer a sua transferência para onde irão votar ultrapassou as previsões. A equipa recenseadora em Angola foi coordenada pelo membro da Comissão Eleitoral Nacional, Armindo Lopes e presidida por José Augusto, representante da comunidade são-tomense em Angola e dela também faziam parte o cônsul da embaixada, Feliciano Bonfim como secretário e quatro vogais. Foi uma equipa de pessoas simpáticas trabalhadoras e dedicadas à responsabilidade que juraram cumprir.

Recorda-se que nesta actualização eleitoral só foram recenseados cidadãos a partir dos 18 anos ou os que completem essa idade até 30 de Junho deste ano de 2016.

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